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Quanto custa uma agência de marketing em Resende

Os três blocos de custo que ninguém separa na proposta, quanto cada um costuma pesar no Sul Fluminense e como saber se o valor cabe no seu negócio antes de assinar.

Por Matheus Aquino24 de setembro de 20265 min de leitura

A pergunta chega sempre igual: quanto vocês cobram. E a resposta honesta é que ninguém consegue responder isso sem saber o seu ticket médio, a sua margem e quanto você aguenta pagar por um cliente novo. O que dá para fazer, e é o que este texto faz, é abrir a conta por dentro para você conseguir avaliar qualquer proposta que receber, da nossa ou de outra agência.

Um contrato de marketing tem três custos, não um

A confusão começa aqui. Quando alguém diz que paga R$ 2.000 de marketing, quase sempre está somando coisas diferentes ou esquecendo uma delas.

O primeiro é a verba de mídia. É o dinheiro que sai da sua conta direto para o Meta e para o Google. Não passa pela agência, ou não deveria passar. É o combustível.

O segundo é o trabalho da agência. Estratégia, criação de campanha, criativo, página, acompanhamento, reunião. É o que você paga pela mão de obra e pela cabeça.

O terceiro é a produção. Fotografia, vídeo, edição, às vezes um site novo. Pode entrar no contrato mensal ou ser cobrado à parte, e é onde mais aparece surpresa depois.

Proposta boa separa os três com clareza. Proposta que junta tudo num número só normalmente está escondendo qual deles é pequeno demais para funcionar.

Quanto de verba de mídia faz sentido no Sul Fluminense

Para o porte da praça, campanha em Resende costuma começar entre R$ 1.500 e R$ 3.000 por mês. Esse valor não é mágico, ele existe por um motivo técnico: abaixo disso o algoritmo do Meta e do Google não junta evento suficiente para sair da fase de aprendizado, e você paga caro por um dado que não serve para decidir nada.

Em Volta Redonda, que é um mercado maior e mais disputado, o piso sobe. Em Barra Mansa, onde a concorrência na busca ainda é menor, às vezes se consegue resultado com menos.

A conta que importa mais do que o piso é esta: quanto você pode pagar por um cliente novo. Se o seu ticket médio é R$ 3.000 e a sua margem é de 30%, sobram R$ 900 por venda. Pagar R$ 200 por cliente novo é excelente. Pagar R$ 800 é péssimo, mesmo que o anúncio esteja "funcionando". É esse número, e não o valor da mídia, que decide se a campanha se paga.

Quanto custa o trabalho da agência

Aqui varia demais, e vale entender por quê. O que muda o preço não é o tamanho da agência, é o escopo e o nível de quem toca a conta.

Uma operação que envolve só gestão de mídia, com criativo simples e relatório mensal, custa uma coisa. Uma operação que envolve mídia, site refeito, conteúdo gravado dentro da sua empresa, integração com o comercial e reunião semanal custa outra. São trabalhos diferentes, e o segundo entrega previsibilidade que o primeiro não entrega.

O sinal de alerta é o contrato muito barato com escopo muito grande. Quando os dois aparecem juntos, alguma coisa vai ser feita por estagiário, ou vai ser feita pela metade, ou vai ser prometida e não entregue. Marketing é trabalho de gente, e gente boa custa.

O cálculo que você deveria fazer antes de qualquer reunião

Pegue papel e responda três coisas:

  • Qual é o seu ticket médio, de verdade, somando o que o cliente gasta na primeira compra
  • Qual é a sua margem depois de todo custo, inclusive o seu pró-labore
  • Quantos clientes novos por mês você precisa para a conta fechar

Multiplique o número de clientes pela margem. Esse é o teto do que a operação inteira de marketing pode custar, somando mídia, agência e produção. Se o teto for menor que R$ 5 mil por mês, o caminho normalmente não é contratar agência, é arrumar preço, oferta ou processo comercial primeiro.

É por isso que a AQS só atende empresa acima de R$ 70 mil por mês de faturamento. Não é esnobismo. É que abaixo disso a conta raramente fecha, e a gente prefere dizer isso na primeira conversa a vender um contrato que não se paga.

O que costuma custar caro e ninguém conta

Refazer o site depois. Muita campanha boa morre numa página lenta ou confusa. Se a sua página atual demora mais de três segundos para abrir no celular, coloque o site na conta antes de aumentar a verba de mídia. É mais barato consertar a página do que pagar mais caro por cada clique para compensar a conversão ruim.

Não ter quem atenda o lead. O anúncio traz vinte pessoas no WhatsApp e ninguém responde em menos de uma hora. O dinheiro já saiu, o cliente já foi para o concorrente. Custo de mídia jogado fora por falta de processo comercial é o desperdício mais comum que a gente encontra.

Trocar de agência todo semestre. Cada troca reinicia aprendizado de campanha, perde histórico e volta para a fase cara. Duas trocas num ano custam mais do que um ano inteiro de contrato.

Como avaliar a proposta que você recebeu

Cinco perguntas que valem mais que a tabela de preço:

  • A proposta separa mídia, trabalho e produção?
  • Tem uma meta de custo por cliente ou só uma lista de entregas?
  • As contas de anúncio ficam no nome de quem?
  • Com que frequência você vê o número, e em qual painel?
  • O que acontece se em 90 dias o número não andar?

Proposta que responde essas cinco com clareza costuma valer o preço. Proposta que foge de alguma delas custa caro mesmo que seja barata.

O próximo passo

Se você quer a conta feita com os seus números em vez dos genéricos deste texto, é exatamente isso que acontece no diagnóstico gratuito. Trinta minutos, a gente olha as suas contas de anúncio e o seu site antes da conversa, e você sai sabendo quanto a sua operação deveria estar investindo e quanto está deixando na mesa. Sem proposta na primeira conversa.

Quer essa conta feita com os números da sua empresa? O diagnóstico é gratuito e dura 30 minutos.

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